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Caldas da Rainha e suas águas termais

Caldas da Rainha é uma cidade, sede de município, da região Centro de Portugal, conhecida pela sua relação com a Rainha Dona Leonor e pelo fabrico de inúmeras peças cerâmicas. Também conhecida por “termas da Rainha”, foi procurada pela Rainha Dona Leonor, mulher de D. Manuel I, no século XV, que ao usufruir das competências terapêuticas das águas termais viu sarada uma ferida que há muito não cicatrizava, mesmo após os mais diversos tratamentos. A Rainha mandou, então, construir um Hospital, à volta do qual se formou a povoação que assim ficou conhecida como “Caldas da Rainha”.

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A produção cerâmica em Caldas da Rainha atingiu destaque na passagem do século XIX para o século XX, quando se afirmou como um dos raros centros notáveis no país, com cerca de duas dezenas de unidades produtivas.

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O desenvolvimento das Caldas da Rainha iniciou-se com D. Afonso V, que reconstruiu e ampliou o hospital. Durante treze anos, até ao fim da sua vida, ele, a família real e o resto da corte usufruíram das águas termais, anualmente, o que permitiu à vila desenvolver-se. Caldas da Rainha atingiu o estatuto de vila em 1511 e de cidade em 1927.

 

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Isso nós lemos na internet quando decidimos ir para esta cidade: “Parque D. Carlos I é um lindíssimo jardim romântico do século XIX, bem no centro histórico da cidade. O Parque D. Carlos I encontra-se integrado ao conjunto verde que rodeia o Hospital Termal e se estende pela Rua de Camões, Largo Conde Fontalva e a Avenida Dr. Manuel Freire da Câmara. Atualmente o interior do parque está equipado com numerosas zonas recreativas, lago, campos de tênis, bares, restaurantes, equipamentos culturais destacando o Museu José Malhoa e numerosas esculturas distribuídas por todo o parque. É o lugar ideal para passar o dia ao ar livre, realizar passeios e desfrutar das suas instalações”. Gente, vou ser sincera …. se decepção matasse….. affff…. tudo é muito abandonado por aqui. Pelo menos quando estivemos lá. Ficamos pensando que político ruim tem em todos os países. Dá pena de ver este local.

 

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O Hospital Termal de Caldas da Rainha, classificado como o mais antigo Hospital Termal do mundo, foi mandado construir pela Rainha D. Leonor no ano se 1485, ao se surpreender com os poderes curativos das águas que manavam no lugar. Se encontra situado no Largo Rainha D. Leonor e nas suas origens foi administrado pela própria rainha. Dispõe de serviços de hidrologia, medicina física e reabilitação, e um serviço de internato.

 

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O Parque D. Carlos I é um jardim romântico situado, no centro histórico, na cidade de Caldas da Rainha. Antigamente este local era uma vasta vinha, sendo que ao lado desta, em 1799, foi criada uma zona ajardinada para ajudar na convalescença das pessoas que iam ao Hopital Termal, o Passeio da Copa, este era um jardim de estrutura barroca, funcionando como espaço de convalescença dos doentes e local de lazer. O actual Parque D.Carlos I foi projetado pelo arquitecto Rodrigo Berquó, em 1889, tendo sido remodelado no século XX, em 1948, de acordo com um projeto paisagístico da autoria de Francisco Caldeira Cabral. Em Junho de 1892 é inaugurado o Parque D. Carlos I, rapidamente adaptado pelos caldenses. Em 1940 foi instalado na área do parque o Museu Provincial de José Malhoa. O Parque D. Carlos I encontra-se integrado ao conjunto verde que rodeia o Hospital Termal e se estende pela Rua de Camões, Largo Conde Fontalva e a Avenida Dr. Manuel Freire da Câmara.

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A fama da cidade de Caldas da Rainha deve-se à existência de fontes de águas termais sulfurosas, cujos efeitos terapêuticos foram comprovados em várias civilizações durante séculos. Tendo como “madrinha” a Dona Leonor. Na atualidade, dizem alguns que estas instalações foram modernizadas para acolher o turista atual, que descobrirá também um grande patrimônio arquitetônico (não vi nada disso quando estive nesta cidade. Aliás, achamos tudo muito abandonado na parte das termas).  (notem a carinha de desapontado do meu marido…rsrsrs). Só não seguimos em frente para outra porque nosso hotel já estava reservado e pago. O que valeu foram as refeiçoes que fizemos nesta cidade. Estou dizendo aqui a minha opinião. Porque se referendar essa cidade, chegando lá, vocês voltam para o Brasil, querendo tirar satisfação conosco.

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N Hospital Termal,  se encontra a piscina das mulheres, a piscina dos homens, piscina escura fonte do arco e pocinho da copa. Tudo isso junto movimenta mais de 85 mil litros de água por hora; eles são provenientes de cinco nascentes.

 

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O hospital foi alvo de várias intervenções ao longo da história. Destas obras resultou a destruição do primitivo edifício, o hospital foi reedificado e a vila recebeu uma série de melhoramentos em infra-estruturas. No final do sé. XIX, construíram-se novos equipamentos, e também houve aumento de um piso , que antecederam o período áureo das primeiras décadas do séc. XX, quando também a vila se tornou cidade.. Hoje em dia preserva a sua vocação no tratamento das doenças reumatológicas e das doenças do aparelho respiratório superior bem como uma série de outros serviços ligados à medicina. No século XXI o patrimônio que se manteve ao longo de cinco séculos e acompanhou a evolução da instituição está sob administração do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha, Ministério da Saúde.

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O Hospital Termal foi construído pela Rainha Dona Leonor. ….”Pensa-se que, em 1484, durante uma viagem de Óbidos à Batalha, a Rainha Leonor de Viseu (mais conhecida na região como Rainha D. Leonor), mulher do rei D. João II, e a sua corte, tenham passado por um local onde várias pessoas se banhavam em águas de cheiro intenso. A rainha perguntou-lhes porque o faziam, pois naquele tempo não era normal as pessoas tomarem banho, muito menos em águas com cheiro pouco agradável, ao que responderam que eram doentes e que aquelas águas possuíam poderes curativos. A rainha quis comprovar se assim era e banhou-se naquelas águas, pois também ela era doente (não existe concordância em relação a este aspecto: alguns autores dizem que a rainha padecia de uma úlcera no peito, outros que tinha problemas de pele e outros ainda que tinha simplesmente uma ferida no braço). Conta a lenda que se curou e que no ano seguinte mandou construir naquele lugar um hospital termal para todos aqueles que nele se quisessem tratar.”

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A abundância de argila na zona fez com que se criassem numerosas fábricas de cerâmica, e a cidade se converte em um dos principais centros de cerâmica do país, onde destacaram as criações do famoso artista do século XIX. Inclusive Rafael I Bordalo Pinheiro que encheu suas peças de originalidade, crítica e humor. Não se assuste ao encontrar nas lojas um monte de pênis de cerâmica. Tem muito mesmo para vender. Existe gosto para tudo.

 

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Pelo menos aqui meu marido ficou feliz…. o restaurante que escolhemos para nossas refeições era uma delícia. Só assim ele se animou. Pode ver o álbum de fotos abaixo….. onde ele aparece…. está de “cara” fechada….rsrsrsrs

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